
Pelas palavras de Cristo Jesus, ouvir seus ensinamentos e neles acreditar com a obediência da fé é decisivo para a salvação ou a condenação eterna da alma. O homem, perante certas realidades da vida, o que inclui a fé sobrenatural, tem o poder do sim e do não, pode decidir seu caminho, porém não tem o poder de por si mesmo impedir suas consequências determinadas, conforme a ordem objetiva das coisas, para além de qualquer subjetivismo.
Que as boas obras e as más obras são importantes no tema da salvação, as palavras de Cristo assim o dizem: “(…) os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida, e os que fizeram o mal, para a ressurreição da condenação. De mim mesmo nada posso fazer. Julgo segundo o que ouço (de meu Pai), e o meu juízo é justo, porque não busco a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (Jo 5,29-30).
Assim, os homens serão julgados com justiça por suas obras – os atos em si, as intenções e as circunstâncias – enquanto há nelas bondade ou maldade moral, como a justiça e a injustiça, a verdade e a mentira, a fé e a incredulidade, a humildade e o orgulho, a obediência e a desobediência, etc. E isto é tão importante que o Salvador disse: “Se não acreditardes que eu sou, morrereis nos vossos pecados” (Jo 8,24) e “Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma; temei antes aquele que pode perder a alma e o corpo no inferno” (Mt 10,28).









